Portal para a Cooperação na Área Económica,Comercial e de Recursos Humanos entre a China e os Países de Língua Portuguesa

sdsInscreva-se gratuitamente

  Está aqui:Início > Informação Económica e Comercial > Informação sobre Investimento > Cabo Verde
Privatização da companhia aérea de Cabo Verde concluída até final de Março de 2018
Data de publicação: 2017-12-06 00:00:00 [Grande  Pequeno]

【 Cabo Verde 】

O processo de privatização do negócio internacional da Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) deverá ficar concluído até ao final do primeiro trimestre de 2018 depois de se efectuar a avaliação da companhia, disse o ministro das Finanças, depois de ter sido ouvido por deputados da Comissão Especializada de Finanças e Orçamento do parlamento.

O ministro Olavo Correia disse ainda que a avaliação deverá ficar pronta no início de 2018, pretendendo o governo ultimar o processo rapidamente, “uma vez que quanto mais depressa ficar concluído, melhor para todos”, de acordo com a imprensa do arquipélago.

A Transportes Aéreos de Cabo Verde está a ser gerida ao abrigo de um acordo com a Icelandair, grupo islandês que o ministro admitiu poderá ser o parceiro estratégico na privatização do negócio internacional da empresa pública de transportes aéreos de Cabo Verde.

Durante a audição parlamentar, o ministro recordou o estado de “falência” em que o governo actual encontrou a TACV, com 30 milhões de euros de prejuízos anuais, dizendo que a liquidação da companhia era um dos cenários, mas que custaria cerca de 60 milhões de euros aos contribuintes.

Por isso, disse que o governo realizou uma “operação de alto risco”, mas até agora “bem-sucedida”, com a reestruturação, em que a outra componente foi ceder os voos domésticos em exclusivo à Binter Cabo Verde, a troco uma parcela de 30% do capital social da empresa.

O memorando com a Binter Cabo Verde prevê que, além dos 30% correspondentes à valorização das rotas domésticas, o Estado possa ainda adquirir mais 19% do capital, com Olavo Correia a garantir que essa participação estatal é transitória e que depois será alienada, “uma vez que o governo não quer ter uma nova empresa pública no sector dos transportes aéreos, nem domésticos nem internacionais.” (Macauhub)


Comentários
Conteúdo do comentário:
Código de verificação:
O comentário é exclusivamente pessoal não representa a opinião deste portal.

Conteúdo da mensagem